NOVO BLOG

Queridos amigos, por motivos de troca de e-mail e provedor, estou mudando de casa novamente.

O novo blog é: http://espiritizar.zip.net e o nome é ESPIRITIZAR.

Vou seguir na mesma linha do Consciência e Vida que já atingiu a sua maturidade sem deixar de ser atualizado. Agradeço a todas as visitas e espero recebê-los sempre lá na casa nova com o mesmo carinho que vocês sempre demonstraram aqui neste espaço, que espero tenha contribuído de alguma forma como pequena semente de uma nova maneira de viver, com mais consciência e determinação, que é o que se aprende com a Doutrina Espírita.

Para mim foi uma experiência ímpar, aprendi um monte, como diz o ditado, quem oferece flores sempre fica com o perfume nas mãos.

Assim, ao divulgar os ensinamentos espíritas acabei sendo a maior beneficiada da imensa sabedoria dos grandes mestres, como Kardec, Chico Xavier, Emmanuel, André Luiz, Joanna de Ângelis, entre outros.

Aos poucos irei linkando todos os amigos e dando formas ao novo blog.

Este aqui ficará por algum tempo ativo, depois será excluído, afinal temos que cuidar também da poluição na internet, rsrsrs...

Agora é só ir lá e conferir, estou aguardando vocês.

 

 

 

 

 

OBSESSORES

Emmanuel

Reunião pública de 21-3-60 - Questão 249

 

Obsessor, em sinonímia correta, quer dizer “aquele que Importuna”.

E ‘aquele que importuna” é, quase sempre. alguém que nos participou a convivência profunda, no caminho do erro, a voltar-se contra nós, quando estejamos procurando a retificação necessária.

No procedimento de semelhante criatura, a antipatia com que nos segue é semelhante ao vinho do aplauso convertido no vinagre da critica.

Daí, a necessidade de paciência constante para que se lhe regenerem as atitudes.

Considerando, desse modo, que o presente continua o pretérito,encontramos obsessores reencarnados, na experiência mais Intima.

Muitas vezes, estão rotulados com belos nomes.

Vestem roupa carnal e chamam-se pai ou mãe, esposo ou esposa, filhos ou companheiros familiares na lareira doméstica.

Em algumas ocasiões , surgem para os outros na apresentação de santos, sendo para nós benemerentes verdugos.

Sorriem e ajudam na presença de estranhos e, a sós conosco, dilaceram e pisam, atendendo, sem perceberem ao nosso burilamento.

E, na mesma pauta, surpreendemos desafetos desencarnados que nos partilham a faixa mental, induzlndo-nos à criminalidade em que ainda persistem.

Espreitam-nos a estrada, à feição de cúmplices do mal, inconformados com o nosso anseio de reajuste, recompondo, de mil modos diferentes, as ciladas de sombra em que venhamos a cair, para reabsorver-lhes a ilusão ou a loucura.

Recebe, pois, os Irmãos do desalinho moral de ontem com espírito de paz e de entendimento.

Acusá-los, seria o mesmo que alargar-lhes a ulceração com novos golpes.

Crivá-los de Reprimendas, expressaria indução lamentável a que se desmereçam ainda mais.

Revidar-lhes a crueldade, significaria comprometer-nos em culpas maiores.

Condená-los, é o mesmo que amaldiçoar a nós mesmos, de vez que nos acompanham os passos, atraídos pelas nossas imperfeições.

Aceitar-lhes injúria e remoque, violência e desprezo, de ânimo sereno,silenciando e servindo.

Nem brasa de censura, nem fel de reprovação.

Obsessores visíveis e invisíveis são nossas próprias obras; espinheiros plantados por nossas mãos...

Endereça-lhes assim, a boa palavra ou o bom pensamento, sempre que preciso, mas não lhes negues paciência e trabalho, amor e sacrifício, porque só a força do exemplo nobre levanta e reedifica, ante o sol do futuro.

 

Do livro Seara dos Médiuns. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

 


 

Tem mais um link no blog, é o site Clóvis Geyer   ele é meu irmão, e modéstia à parte um grande artista.

Tem charges, quadrinhos, multimídia, humor e muito mais. Vale a pena conferir.

Brilhe a Vossa Luz

Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Jesus

"Corre, incessantemente, o caudaloso rio da vida...
Iniciam-se viagens longas, embarca-se e desembarca-se, entre esperanças renovadas e prantos de despedida.
Viajores partem, viajores tornam.
Como é difícil atingir o porto da renovação!
Quase sempre, a imprevidência e a inquietude precipitam-se nas profundezas sombrias!...
Para vencer a jornada laboriosa, é preciso aprender com Alguém que foi o Caminho, a Verdade e a Vida.
Ele não era conquistador e fundou o maior de todos os domínios, não era geógrafo e descortinou os sublimes continentes da imortalidade, não era legislador e iluminou os códigos do mundo, não era filósofo e resolveu os enigmas da alma, não era juiz e ensinou a justiça com misericórdia, não era teólogo e revelou a fé viva, não era diplomata e trouxe a fórmula da paz, não era médico e limpou leprosos, restaurou a visão dos cegos e levantou paralíticos do corpo e do espírito, não era cirurgião e extirpou a chaga da animalidade primitiva, não era sociólogo e estabeleceu a solidariedade humana, não era cientista e foi o sábio dos sábios, não era escritor e deixou ao Planeta o maior dos livros, não era advogado e defendeu a causa da Humanidade inteira, não era engenheiro e traçou caminhos imperecíveis, não era economista e ensinou a distribuição dos bens da vida a cada um por suas obras, não era guerreiro e continua conquistando as almas há vinte séculos, não era químico e transformou a lama das paixões em ouro da espiritualidade superior, não era físico e edificou o equilíbrio na Terra, não era astrônomo e desvendou os mundos novos da imensidade, enriquecendo de luz o porvir humano, não era escultor e modelou corações, convertendo-os em poemas vivos de bondade e esperança...
Ele foi o Mestre, o Salvador, o Companheiro, o Amigo Certo, humilde na manjedoura, devotado no amor aos infelizes, sublime em todas as lições, forte, otimista e fiel ao Supremo Senhor até a cruz.
Bem aventurados os seus discípulos sinceros, que se transformam em servidores do mundo por amor ao seu amor!
Valiosa é a experiência do homem, bela é a ciência da Terra, nobre é a filosofia religiosa que ilumina os conhecimentos terrestres, admirável é a indústria das nações, vigorosa é a inteligência das criaturas, maravilhosos são os sistemas políticos dos povos mais cultos, entretanto, sem Cristo, a grandeza humana pode não passar de relâmpago, dentro da noite espessa.
"Brilhe a vossa luz", disse o Mestre Inesquecível.
Acenda cada aprendiz do Evangelho a lâmpada do coração.
Não importa seja essa lâmpada pequenina.
A humilde chama da vela distante é irmã da claridade radiosa da estrela.
É indispensável, porém, que toda a luz do Senhor permaneça brilhando em nossa jornada sobre abismos, até a vitória final no porto da grande libertação." (Apostilas da Vida, 1, IDE)

André Luiz

O natal está chegando, e com esta proximidade aumenta a necessidade de refletirmos sobre o Aniversariante e suas mensagens de luz que iluminam nosso caminho.

Educação-Fonte de Bênção

As tendências, que promanam do passado em forma de inclinações e desejos, se transformam em hábitos salutares ou prejudiciais quando não encontram a vigilância e os mecanismos da educação pautando os métodos de disciplina e correção. Sob a impulsão ao atavismo que se prende nas faixas primevas, das quais a longo esforço o Espírito empreende a marcha da libertação, os impulsos violentos e a comodidade que não se interessa pelos esforços de aprimoramento moral amolentam a individu­alidade, ressurgindo como falhas graves da personalidade.

As constrições da vida, que se manifestam de várias formas, conduzem o aspirante evolutivo à trilha correta por onde, seguindo-a, mais fácil se lhe torna o acesso aos objetivos a que se destina. Nesse desiderato, a educação exerce um papel preponderante, porque faculta os meios para uma melhor identificação de valores e seleção deles, lapidando as arestas embrutecidas do eu, desenvolvendo as aptidões em germe e guiando com segurança, mediante os processos de fixação e aprendizagem, que formam o caráter, insculpindo-se, por fim, na individualidade e externando-se como ações relevantes.

Remanescente do instinto em que se demorou por longos períodos de experiência e ainda mergulhado nas suas induções, o Espírito cresce, desembaraçando-se das teias de vigorosos impulsos em que se enreda para a conquista das aptidões com que se desenvolve.

Pessoa alguma consegue imunizar-se aos ditames da educação, boa ou má, conforme o meio social em que se encontra. Se não ouve a articulação oral da palavra, dispõe dos órgãos, porém, não fala; se não vê atitudes que facilitam a locomoção, a aquisição dos recursos para a sobrevivência, consegue por instinto a mobilização com dificuldade e o alimento sem a cocção; tende retomar às experiências primitivas se não é socorrido pelos recursos preciosos da civilização, porque nele predominam, ainda, as imposições, da natureza animal. Possui os reflexos, no entanto, não os sabe aplicar; desfruta da inteligência e, por falta de uso, já que se demora nas necessidades imediatas, não a desenvolve; frui das acuidades da razão e do discernimento, entretanto se embrutece por ausência de exercícios que os aprofunde. Nele não passam de lampejos as manifestações espirituais superiores se arrojado ao isolacionismo ou relegado às faixas em que se detêm os principiantes nas aquisições superiores...

Muito importante a missão da educação como ciência e arte da vida.

Encontrando-se ínsitas no Espírito as tendências, com­pete à educação a tarefa de desenvolver as que se apresentam positivas e corrigir as inclinações que induzem à queda moral, à repetição dos erros e das manifestações mais vis, que as conquistas da razão ensinaram a superar.

A própria vida facultou ao Espírito, em longos milênios de observação, averiguar o que é de melhor ou pior para si mesmo, auxiliando-o no estabelecimento de um quadro de valores, de que se pode utilizar para a tranqüilidade interior. Trazendo do intervalo que medeia entre uma e outra reencarnação reminiscências, embora inconvenientes, do que lhe haja sucedido, elege os recursos com que se pode realizar melhormente, ao mesmo tempo impedindo­se deslizes e quedas nos subterrâneos da aflição. Outrossim, inspirado pelos Espíritos promotores do progresso no mundo, assimila as idéias envolventes e confortadoras, entregando-se ao labor do auto-aprimoramento.

O rio corre e cresce conforme as condições do leito. A plântula se esgueira e segue a direção da luz. A obra se levanta consoante o desejo do autor.

Em tudo e toda parte predominam leis sutis e impe­riosas que estabelecem o como, o quando e o onde devem ocorrer as determinações divinas. Rebelar-se contra elas, é o mesmo que atrasar-se na dor, espontaneamente, con­tribuindo duplamente para a realização que conquistaria com um só esforço.

A tarefa da educação deve começar de dentro para fora e não somente nos comportamentos da moral social, da aparência, produzindo efeitos poderosos, de profundidade.

Enquanto o homem não pensar com eqüidade e nobreza os seus atos se assentarão em bases falsas, se deseja estruturá-los nos superiores valores éticos, porquanto se tornam de pequena monta e de fraca duração. Somente pensando com correção pode organizar programas comportamentais superiores aos quais se submete consci­ente, prazerosamente. Não aspirando à paz e felicidade por ignorar-lhe o de que se constituem, impraticável lecionar­lhe sobre tais valores. Só, então, mediante o paralelismo da luz e da treva, da saúde e da cnfermidade, da alegria e da tristeza se poderão ministrar-lhe as vantagens das primeiras em relação às segundas... Longo tempo transcorre para que os serviços de educação se façam visíveis, e dificil trabalho se impõe, particularmente, quando o mister não se restringe ao verniz social, à transmissão de conhecimen­tos, às atitudes formais, sem a integração nos deveres conscientemente aceitos. Por educar, entenda-se, também, a técnica de disciplinar o pensamento e a vontade, a fim de o educando penetrar­se de realizações que desdobrem as inatas manifestações da natureza animal, adormecidas, dilatando o campo íntimo para as conquistas mais nobres do sentimento e da psique.

Nas diversas fases etárias da aprendizagem humana, em que o ser aprende, apreende e compreende, a educação produz os seus efeitos especiais, porquanto, através dos processos persuasivos, libera o ser das condições precárias, armando-o de recursos que resultam em benefícios que não pode ignorar.

A reencarnação, sem dúvida, é valioso método educativo de que se utiliza a vida, a fim de propiciar os meios de crescimento, desenvolvimento de aptidões e sabedoria ao Espírito que engatinha no rumo da sua finalidade grandiosa.

Como criatura nenhuma se realiza em isolacionismo, a sociedade se torna, como a própria pessoa, educadora por excelência, em razão de propiciar exemplos que se fazem automaticamente imitados, impregnando aqueles que lhes sofrem a influência imediata ou mediatamente. No contexto da convivência, pelo instinto da imitação, absorvem-se os comportamentos, as atitudes e as reações, aspirando-se a psicosfera ambiente, que produz, também, sua quota impor­tante, no desempenho das realizações individuais e coletivas.

Como se assevera, com reservas, que o homem é fruto do meio onde vive, convém se não esquecer de que o homem é o elemento formador do meio, competindo-lhe modificar as estruturas do ambiente em que vive e elaborar fatores atraentes e favoráveis onde se encontre colocado a viver. Não sendo infenso aos contágios sociais, não é, igualmente, inerme a eles, senão, quando lhe compraz, desde que reage aos fatores dignificantes a que não está acostumado, se não deseja a estes ajustar-se.

continua logo abaixo

Educação-Fonte de Bênção

continuação

 

Além do ensino puro e simples dos valores pedagógicos, a educação deve esclarecer os beneficios que resultam da aprendizagem, da fixação dos seus implementos culturais, morais e espirituais. Por isso, e sobretudo, a tarefa da educação há que ser moralizadora, a fim de promover o homem não apenas no meio social, antes preparando-o para a sociedade essencial, que é aquela preexistente ao berço donde ele veio e sobrevivente ao túmulo para onde se dirige.

Nesse sentido, o Evangelho é, quiçá, dos mais respei­táveis repositórios metodológicos de educação e da maior expressão de filosofia educacional. Não se limitando os seus ensinos a um breve período da vida e sim prevendo-­lhe a totalidade, propõe uma dieta comportamental sem os pieguismos nem os rigores exagerados que defluem do próprio conteúdo do ensino.

Não raro, os textos evangélicos propõem a conduta e elucidam o porquê da propositura, seus efeitos, suas razões. Em voz imperativa, suas advertências culminam em con­solação, conforto, que expressam os objetivos que todos colimam.

- "Vinde a mim", - assentiu Jesus, - porque eu "Sou o caminho, a Verdade e a Vida", não delegando a outrem a tarefa de viver o ensino, mas a si mesmo se impondo o impostergável dever de testemunhar a excelência das lições por meio de comprovados feitos.

Sintetizou em todos os passos e ensinamentos a função dupla de Mestre - educador e pedagogo -, aquele que permeia pelo comportamento dando vitalidade à técnica de que se utiliza, na mais eficiente metodologia, que é a da vivência.

Quando os mecanismos da educação falecem, não permanece o aprendiz da vida sem o concurso da evolução, que lhe surge como dispositivo de dor, emulando-o ao crescimento com que se libertará da situação conflitante, afligente, corrigindo-o e facultando-lhe adquirir as expe­riências mais elevadas.

A dor, em qualquer situação, jamais funciona como punição, porquanto sua finalidade não é punitiva, porém educativa, corretora. Qualquer esforço impõe o contributo do sacrificio, da vontade disciplinada ou não, que se exterioriza em forma de sofrimento, mal-estar, desagrado, porque o aprendiz, simplesmente, se recusa considerar de maneira diversa a contribuição que deve expender a beneficio próprio.

Nenhuma conquista pode ser lograda sem o correspon­dente trabalho que a torna valiosa ou inexpressiva. Quando se recebem títulos ou moedas, rendas ou posição sem a experiência árdua de consegui-los, estes empalidecem, não raro, convertendo-se em algemas pesadas, estímulos à indolência, convites ao prazer exacerbado, situações arbi­trárias pelo abuso da fortuna e do poder.

Imprescindível em qualquer cometimento, portanto, o exame da situação e a avaliação das possibilidades pessoais.

Sendo a Terra a abençoada escola das almas, é indispensável que aqui mesmo se lapidem as arestas da personalidade, se corrijam os desajustamentos, se exercitem os dispositivos do dever e se predisponham os Espíritos ao superior crescimento, de modo a serem superadas as paixões perturbadoras que impelem para baixo, ao invés daquelas ardentes pelos ideais libertadores, que acionam e conduzem para cima.

Os hábitos que se arraigam no corpo, procedentes do Espírito como lampejos e condicionamentos, retornam e se fixam como necessidades, sejam de qual expressão for, constituindo uma outra natureza nos refolhos do ser, a responder como liberdade ou escravidão, de acordo com a qualidade intrínseca de que se constituem.

A morte, desvestindo a alma das roupas carnais, não lhe produz um expurgo das qualidades íntimas, antes lhe impõe maior necessidade de exteriorizá-las, liberando for­ças que levam a processos de vinculações com outras que lhes sejam equivalentes. Na Terra isto funciona em forma de complexos mecanismos de simpatia e antipatia, em afinidades que, no além-túmulo, porque sincronizam na mesma faixa de aspiração e se movimentam na esfera de especificidade vibratória, reúnem os que se identificam no clima mental, de hábitos e aptidões que lhes são próprios.

Nunca se deve transferir para mais tarde o mister de educar-se, corrigir-se ou educar e corrigir. O que agora não se faça, neste particular, ressurgirá complicado, em posição diversa, com agravantes de mais dificil remoção.

Pedagogos eminentes, os Espíritos Superiores ensinam as regras de bom comportamento aos homens como educadores que exemplificam depois de haverem passado pelas mesmas faixas de sombra, ignorância e dor, de que já se libertaram.

Imperioso, portanto, conforme propôs Jesus, que se faça a paz com o "adversário enquanto se está no caminho com ele", de vez que, amanhã, talvez seja muito tarde e bem mais dificil alcançá-lo.

O mesmo axioma se pode aplicar à tarefa da educação: agora, enquanto é possível, moldar-se o eu, antes que os hábitos e as acomodações perniciosas impeçam a tomada de posição, que é o passo inicial para o deslanchar sem reversão.

Educação, pois, da mente, do corpo, da alma, como processo de adaptação aos superiores degraus da vida espiritual para onde se segue.

A educação, disciplinando e enriquecendo de preciosos recursos o ser, alça-o à vida, tranqüilo e ditoso, sem ligações com as regiões inferiores donde procede. Fasci­nado pelo tropismo da verdade que é sabedoria e amor, após as injunções iniciais, mais fácil se lhe torna ascender, adquirir a felicidade.

 

Joanna de Ângelis

 

Do livro S.O.S Família – Divaldo Pereira Franco Por Joanna de Ângelis e outros Espíritos

 

NÓS E A NATUREZA

Nossa vida neste Mundo... Tão breve. E agimos como visitas inconvenientes.
Exaurimos o lugar em que vivemos, revolvemos as entranhas da Terra, amontoamos toneladas de lixo, poluímos as águas, matamos as árvores, extinguimos os animais.
E agora, que as conseqüências da aventura humana se fazem notar, nós, que desrespeitamos a vida, tememos pelo amanhã. Encolhemo-nos assustados: “Que virá?”, perguntamos.
Silêncio por resposta.
No fundo das consciências, sabemos que a razão para esse estado de coisas é que nos afastamos da natureza, passamos a nos ver separados dos demais seres.
Dividimos o Mundo e abrimos um abismo entre nós e o restante da Criação.
E, no entanto, por toda parte, a vida nos revela que somos irmãos de todas as criaturas.
Em nossas veias corre sangue alimentado por minerais como ferro, potássio, manganês e zinco. Somos irmãos da terra.
Nosso corpo é constituído por mais de 75% de líquido. Somos irmãos da água.
A seqüência genética revela que nossos gens são semelhantes aos de ratos e outros animais. Somos irmãos – ou pelo menos primos – de todos os bichos.
As vitaminas das frutas e vegetais se integram ao nosso organismo e mantêm a vida física.
O gás carbônico que expiramos será absorvido pelos vegetais: somos irmãos das plantas e das árvores.
No interior de nossos pulmões, o oxigênio transita livre, nutrindo a vida. Somos irmãos do ar.
Nosso corpo é formado do mesmo material que estrelas, pássaros, flores e pedras. Então, ser parte da irmandade universal é muito mais que uma bela figura simbólica.
Somos verdadeiramente parentes de tudo o que existe. Estamos integrados na Criação de Deus. Astros, plantas e nós somos uma família que está unida na grande caminhada que chamamos vida.
Essa imensa integração deveria nos servir de profunda reflexão: será que estamos de fato agindo como irmãos dos outros seres?
Agir como irmão é zelar, cuidar, preservar. É assim também que demonstramos nosso amor a Deus: tratando com bondade, compaixão e amor a todas as coisas e seres que Ele criou.
No entanto, passamos pela vida desatentos a esses pequenos gestos. É um sinal inequívoco de que precisamos repensar atitudes egoístas.
Já não é mais tempo de desperdiçar comida, amontoar lixo desnecessariamente.
Já não mais podemos sujar fontes de água. Ou mudamos de atitude agora ou nos tornaremos uma ameaça ao futuro de nossa espécie na Terra.

O planeta está exausto e as conseqüências dos excessos humanos já podem ser vistas: tsunamis, furacões, efeito estufa, aquecimento global.
São sinais de alerta de que nosso mundo azul está cambaleante, abatido.
É a nossa hora de agir, de demonstrar gratidão a Deus mediante atos generosos, conscientes e responsáveis.
Assim, quando nos decidirmos afinal a cuidar do planeta que nos acolhe; quando adotarmos uma postura de responsabilidade perante o mundo em que vivemos; quando nos sentirmos tocados pela compaixão por todas as criaturas, vale a pena lembrar que não estamos fazendo favor algum: é nosso dever. Simples e básico dever.
Faça da Terra um lugar muito mais feliz. Não esqueça que nele viverão seus filhos e netos, as gerações futuras. Ou você mesmo, em uma próxima existência.

Pense nisso!

 

Redação do Momento Espírita
Em 21.11.2007

 

http://casa.momento.com.br

 

Obsessão: Conceito e Causas

Definição

Allan Kardec define obsessão como sendo a "ação persistente que um Espírito mau exerce sobre um indivíduo." [ESE-cap XXVIII].

Esta definição apresentada pelo Codificador dá margem a vários comentários:

- A obsessão é sempre um processo mantido, contínuo, persis­tente onde as forças em litígio estão se enfrentado num processo bem estabelecido. Não se reconhece como obsessão aquelas condições fortui­tas, ocasionais, onde assimilamos pensamentos infelizes de forma breve e sem grandes conseqüências.

- A qualificação de Espírito mau, apresentada por Kardec, deve ser bem entendida. O obsessor, na realidade, não é um Espírito mau, como se entende este adjetivo, mas sim, uma entidade em sofrimento, com defeitos e virtudes, capaz de grandes atitudes afetivas para com outras pessoas. É, sobretudo, alguém que foi ferido, magoado, humi­lhado no passado e que por sofrer tanto, quer fazer os outros sofrerem também.

- Em muitas oportunidades a obsessão não estará sendo organi­zada por um único Espírito, mas sim, por uma falange de Espíritos.

- A obsessão pode atingir não apenas um indivíduo, mas toda uma coletividade, uma família, uma cidade.

- A definição apresentada restringe a obsessão a apenas uma de suas formas, quando um Espírito estará desenvolvendo o processo obses­sivo em direção a um encarnado. Pode ocorrer o inverso, quando um en­carnado passa a subjugar o Espírito.

Pode-se observar também obsessão entre encarnados e entre de­sencarnados.

Patologias

Como se desenvolve a "ação" a que se referia Allan Kardec?

- O Espírito infeliz estará atuando sobre o encarnado em dois níveis:

* Mente a mente: constrição mental;

* Perispírito a perispírito: envolvimento fluídico.

 

a) Constrição Mental: o obsessor instala a sua onda mental na mente da pessoa visada. Forma-se uma ponte magnética, através da qual, o perseguidor vai enviando os seus pensamentos e suas idéias, promo­vendo uma verdadeira hipnose:

"Você é infeliz..."

"Sua vida não presta..."

"Mate-se..."

A princípio o indivíduo pode reagir fugindo da faixa de atuação do obsessor. No entanto, se ele se entrega àquelas idéias ou se com­praz com este conúbio mental, o processo pode agravar-se, chegando ao grau máximo de obsessão, que é a subjugação moral, onde o obsediado perde completamente o seu livre-arbítrio.

Depois que o cerco se completa, pode tornar-se necessária pre­sença do obsessor ao lado do encarnado, pois ele pode continuar exer­cendo o domínio psíquico a distância.

É o que André Luiz denomina de "loucura por telepatia alucina­tória."

Algumas vezes, coadjuvando o processo de constrição mental, os Espíritos obsessores poderão se utilizar de certos "aparelhos espe­ciais" para manter o processo. Manoel Philomeno de Miranda fez refe­rência a um pequeno aparelho, semelhante à um "micro-gravador" que os Espíritos introduziram no cérebro do encarnado e que objetivava refor­çar o processo de hipnose mental.

b) Envolvimento Fluídico: ao envolver o indivíduo, o persegui­dor identifica os seus fluidos com os dele, há uma aproximação das au­ras, os perispíritos se assimilam. Este convívio perispiritual vai permitir ao Espírito sugar energias vitais do encarnado, o que vai contribuir para o emagrecimento, o cansaço e as infecções que acompa­nham com freqüência as vítimas da obsessão. O envolvimento fluídico vai permitir também que o Espírito transmita para o encarnado fluidos deletérios fabricados por ele.

Causas

Sinteticamente, podemos reconhecer quatro causas fundamentais, envolvendo as obsessões:

a) Ódio ou Vingança: na maioria das vezes a obsessão é uma vin­gança exercida por um Espírito que foi prejudicado e que sofreu muito nas mãos do atual obsediado. Este Espírito pode ter sido prejudicado numa outra encarnação onde eles estiveram juntos, ou nessa mesma exis­tência.

O aborto criminoso é um acontecimento que muitas vezes responde por obsessões graves cuja causa está na mesma encarnação;

b) Carência Afetiva: é uma causa de obsessão, muitas vezes in­consciente, denominada comumente de "encosto". São Espíritos que de­sencarnam sem uma preparação espiritual adequada e que, ao despertarem no mundo dos Espíritos, se vêem desorientados, perdidos, angustiados. Ao identificarem um indivíduo que se afinize com eles, podem aproxi­mar-se dele e iniciar uma obsessão, muitas vezes, inconsciente.

Geralmente, são processos de fácil tratamento, pois não há vín­culo de ódio entre os seres envolvidos;

c) Vampirismo: o vampirismo é uma causa de obsessão relacionada á satisfação de vícios e paixões.

Vampiro, na definição de André Luiz: "é toda entidade ociosa que se vale indevidamente das possibilidade alheias".

O vampirismo vai caracterizar aqueles Espíritos viciosos, ape­gados a certas emoções materializadas, que se aproximam dos encarna­dos, portadores dos mesmos vícios, para absorverem as suas emanações fluídicas. Existem vampiros do fumo, do álcool, da gula, dos tóxicos, do sexo, etc.;

d) Orgulho do Falso Saber: esta expressão é utilizada por Allan Kardec para caracterizar certos Espíritos vaidosos, orgulhosos, fal­sos-sábios que desenvolvem uma obsessão do tipo fascinação.

Iludem determinados médiuns para que, por seu intermédio, pos­sam disseminar idéias falsas, sistemáticas e em contradição com os princípios espíritas.

Bibliografia

1)   Livro dos Médiuns - Allan Kardec

2)   A Gênese - Allan Kardec

3)   Dramas da Obsessão - Bezerra de Menezes/Yvonne A. Pereira

4)   Obsessão - Desobsessão - Suely Caldas Schubert

Nos Bastidores da Obsessão - Manoel Philomeno de Miranda/Divaldo P.

 

http://www.cvdee.org.br/em/em18.rtf  

 

 

Sintonias

 

O ser humano é um verdadeiro campo magnético, atraindo pessoas e situações, as quais se sintonizam amorosamente com seu mundo mental, ou mesmo de forma antipática com sua maneira de ser.

Cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.

Com frequência, escolhemos, avaliamos e emitimos opiniões e, consequentemente, atraimos tudo aquilo que irradiamos.

A completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz.

 

Hammed

 

SOLIDÃO

Joanna de Ângelis

 

Espectro cruel que se origina nas paisagens do medo, a solidão é , na atualidade, um dos mais graves problemas que desafiam a cultura e o homem.

A necessidade de relacionamento humano, como mecanismo de afirmação pessoal, tem gerado vários distúrbios de comportamento, nas pessoas tímidas, nos indivíduos sensíveis e em todos quantos enfrentam problemas para um intercâmbio de idéias, uma abertura emocional, uma convivência saudável.

Enxameiam, por isso mesmo, na sociedade, os solitários por livre opção e aqueloutros que se consideram marginalizados ou são deixados à distancia pelas conveniências dos grupos.

A sociedade competitiva dispõe de pouco tempo para a cordialidade desinteressada, para deter-se em labores a benefício de outrem.

O atropelamento pela oportunidade do triunfo impede que o indivíduo, como unidade essencial do grupo, receba consideração e respeito ou conceda ao próximo este apoio, que gostaria de fruir.

A mídia exalta os triunfadores de agora, fazendo o panegírico dos grupos vitoriosos e esquecendo com facilidade os heróis de ontem, ao mesmo tempo que sepultam os valores do idealismo, sob a retumbante cobertura da insensatez e do oportunismo.

O homem, no entanto, sem ideal, mumifica-se.

O ideal é-lhe de vital importância, como o ar que respira.

O sucesso social não exige, necessariamente, os valores intelecto-morais, nem o vitalismo das idéias superiores, antes cobra os louros das circunstâncias favoráveis e se apóia na bem urdida promoção de mercado, para vender imagens e ilusões breves, continuamente substituídas, graças á rapidez com que devora as suas estrelas.

Quem, portanto, não se vê projetado no caleidoscópio mágico do mundo fantástico, considera-se fracassado e recua para a solidão, em atitude de fuga de uma realidade mentirosa, trabalhada em estúdios artificiais.

Parece muito importante, no comportamento social, receber e ser recebido, como forma de triunfo, e o medo de não ser lembrado nas rodas bem sucedidas, leva o homem a estados de amarga solidão, de desprezo por si mesmo.

O homem faz questão de ser visto, de estar cercado de bulha, de sorrisos embora sem profundidade afetiva, sem o calor sincero das amizades, nessas áreas, sempre superficiais e interesseiras. O medo de ser deixado em plano secundário, de não ter para onde ir, com quem conversar, significaria ser desconsiderado. Atirado à solidão.

Há uma terrível preocupação para ser visto, fotografado, comentado, vendendo saúde, felicidade, mesmo que fictícia.

A conquista desse triunfo e a falta dele produzem solidão.

O irreal, que esconde o caráter legítimo e as lídimas aspirações do ser, conduz à psiconeurose de autodestruição.

A ausência do aplauso amargura, face ao conceito falso em torno do que se considera, habitualmente como triunfo. Há terrível ânsia para ser-se amado, não para conquistar o amor e amar, porém para ser objeto de prazer, mascarado de afetividade. Dessa forma, no entanto, a pessoa se desama, não se torna amável nem amada realmente.

Campeia, assim, o "medo da solidão", numa demonstração caótica de instabilidade emocional do homem, que parece haver perdido o rumo, o equilíbrio.

O silêncio, o isolamento espontâneo, são muito saudáveis para o indivíduo, podendo permitir-lhe reflexão, estudo, auto- aprimoramento, revisão de conceitos perante a vida e a paz interior.

O sucesso, decantado como forma de felicidade, é, talvez, um dos maiores responsáveis pela solidão profunda.

Os campeões de bilheteira, nos shows, nas rádios, televisões e cinemas, os astros invejados, os reis dos esportes, dos negócios, cercam-se de fanáticos e apaixonados, sem que se vejam livres da solidão.

Suicídios espetaculares, quedas escabrosas nos porões dos vícios e dos tóxicos comprovam quanto eles são tristes e solitários. Eles sabem que o amor, com que os cercam, traz, apenas, apelos de promoção pessoal dos mesmos que os envolvem, e receiam os novos competidores que lhes ameaçam os tronos, impondo-lhes terríveis ansiedades e inseguranças, que procuram esconder no álcool, nos estimulantes e nos derivativos que os mantém sorridentes, quando gostariam de chorar, quão inatingidos, quanto se sentem fracos e humanos.

A neurose da solidão é doença contemporânea, que ameaça o homem distraído pela conquista dos valores de pequena monta, porque transitórios.

Resolvendo-se por afeiçoar-se aos ideais de engrandecimento humano, por contribuir com a hora vazia em favor dos enfermos e idosos, das crianças em abandono e dos animais, sua vida adquiriria cor e utilidade, enriquecendo-se de um companheirismo digno, em cujo interesse alargar-se-ia a esfera dos objetivos que motivam as experiências vivenciais e inoculam coragem para enfrentar-se, aceitando os desafios naturais.

O homem solitário, todo aquele que se diz em solidão, exceto nos casos patológicos, é alguém que se receia encontrar, que evita descobrir-se, conhecer-se, assim ocultando a sua identidade na aparência de infeliz, de incompreendido e abandonado.

A velha conceituação de que todo aquele que tem amigos não passa necessidades, constitui uma forma desonesta de estimar, ocultando o utilitarismo sub-reptício, quando o prazer da afeição em si mesma deve ser a meta a alcançar-se no inter-relacionamento humano, com vista à satisfação de amar.

O medo da solidão, portanto, deve ceder lugar à confiança nos próprios valores, mesmo que de pequenos conteúdos, porém significativos para quem os possui.

Jesus, o Psicoterapeuta Excelente, ao sugerir o "amor ao próximo como a si mesmo" após o "amor a Deus" como a mais importante conquista do homem, conclama-o a amar-se, a valorizar-se, a conhecer-se, de modo a plenificar-se com o que é e tem, multiplicando esses recursos em implementos de vida eterna, em saudável companheirismo, sem a preocupação de receber resposta equivalente.

O homem solidário, jamais se encontra solitário.

O egoísta, em contrapartida, nunca está solícito, por isto, sempre atormentado.

Possivelmente, o homem que caminha a sós se encontre mais sem solidão, do que outros que, no tumulto, inseguros, estão cercados, mimados, padecendo disputas, todavia sem paz nem fé interior.

A fé no futuro, a luta por conseguir a paz intima - eis os recursos mais valiosos para vencer-se a solidão, saindo do arcabouço egoísta e ambicioso para a realização edificante onde quer que se esteja.

 

Psicografia de Divaldo P. Franco – O Homem Integral

Laços Eternos

A reencarnação estreita os vínculos do amor, tornando-os laços eternos, pelo quanto faculta de experiência na área de afetividade familiar.

Enquanto as ligações de sangue favorecem o egoísmo, atando as criaturas às algemas das paixões possessivas, a pluralidade das existências ajuda, mediante a superação das conveniências pessoais, a união fraternal.

Os genitores e nubentes, os irmãos e primos, os avós e netos de uma etapa trocarão de lugar no grupo de companheiros que se afinam, permanecendo os motivos e emulações da amizade superior.

O desligamento físico pela desencarnação faz que se recomponham, no além-túmulo, as famílias irmanadas pelo ideal da solidariedade, ensaiando os primeiros passos para a construção da imensa família universal.

Quando a força do amor vigilante detecta as necessi­dades dos corações que mergulharam na carne, sem egoísmo, pedem aos programadores espirituais das vidas que lhes permitam acompanhar aqueles afetos que os anteciparam, auxiliando-os nos cometimentos encetados, e reaparecem na parentela corporal ou naquela outra, a da fraternidade real que os une e faculta os exemplos de abnegação, renúncia e devotamento.

 

***

 

Este amigo que te oferece braço forte; esse companheiro a quem estimas com especial carinho; aquele conhecido a quem te devotas com superior dedicação; estoutro colega que te sensibiliza; essoutro discreto benfeitor da tua vida; aque­loutro vigilante auxiliar que se apaga para que apareças, são teus familiares em espírito, que ontem envergaram as roupagens de um pai abnegado ou de uma mãe sacrificada, de um irmão zeloso ou primo generoso, de uma esposa fiel e querida ou de um marido cuidadoso, ora ao teu lado, noutra modalidade biológica e familiar, alma irmã da tua alma, diminuindo as tuas dores, no carreiro da evolução e impul­sionando-te para cima, sem pensarem em si...

Os adversários gratuitos que te sitiam e perturbam, os que te buscam sedentos e esfaimados, vencidos por paixões mesquinhas, são, também, familiares outros a quem ludi­briaste e traíste, que agora retornam, necessitados do teu carinho, da tua reabilitação moral, a fim de que se refaça o grupo espiritual, que ascenderá contigo no rumo da felicidade.

***

 

Jesus, mais de uma vez, confirmou a necessidade dessa fusão dos sentimentos acima dos vínculos humanos, exal­tando a superior necessidade da união familiar pelos laços eternos do espírito. A primeira, fê-lo, ao exclamar, respon­dendo à solicitação dos que lhe apontavam a mãezinha amada que O buscava, referindo-se: - "Quem é minha mãe, quem são meus irmãos, senão aqueles que fazem a vontade do Pai?" Posteriormente, na cruz, quando bradou, num sublime testemunho, em resposta direta à Mãe angus­tiada que O inquirira: - "Meu filho, meu filho, que te fizeram os homens?" elucidando-a e doando-a à Humani­dade: - "Mulher, eis aí teu filho" - "Filho, eis aí tua mãe", entregando-o ao seu cuidado, através de cuja ação inaugurou a Era da fraternidade universal acima de todos os vínculos terrenos.

 

Joanna de Ângelis

 

Do livro S.O.S FAMÍLIA – Divaldo Pereira Franco – Por Joanna de Ângelis e outros espíritos.

 

Antes de Crer é preciso Compreender

Ser espírita é uma questão de livre opção, por isso, estão equivocados aqueles que pensam que estamos atrás de adeptos. Aliás, Allan Kardec afirmou que para ser espírita, antes de crer, é preciso compreender. Compreender o quê? O que é o Espiritismo, do que se ocupa, qual a sua finalidade.

Através do estudo da Doutrina Espírita, que está contida essencialmente na obra Kardequiana, O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno, A Gênese, Obras Póstumas, O Que é o Espiritismo e outros opúsculos, aprendemos que a Doutrina Espírita trata essencialmente de:

a. Existência de Deus como Pai soberanamente justo e bom, inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas.

b. Existência e imortalidade da alma e seu destino. Trata, também, da sua preexistência.

c. Comunicabilidade entre vivos e mortos, ou numa linguagem espírita, encarnados e desencarnados, através da mediunidade, ponte feita com um material que se chama amor, por onde transitam nossos amados que viajaram antes, ou aqueles que nos odeiam, para exercer perseguições.

d. A reencarnação, que é sempre progressiva e na humanidade. A finalidade da reencarnação não é a de quitar erros do passado, e sim, a de levar o espírito a perfeição, destinação superior que lhe foi dada pelo criador.

O Espiritismo é cristão, e a sua moral é a evangélica, porque é a melhor que existe. Entretanto é preciso compreender que ele está acima dos dogmas, e aberto a todas as filosofias e religiões, porque Jesus de Nazaré não pertence a uma seita ou a um povo, é um missionário sem pátria, sem sectarismo.

O objetivo essencial do Espiritismo é o de melhorar o homem moral e intelectualmente, para que o homem melhore o mundo. Embora o Espiritismo ensine ao homem que a sua verdadeira pátria é a espiritual, ele não se preocupa em levar o homem para o céu, e sim, fazer da Terra um mundo melhor, de paz, harmonia, justiça.

Viver com dignidade é uma das nossas lutas, e para viver com dignidade o homem deve ter o suficiente, como uma casa onde construa um lar. É preciso ter alimentos, roupas, escola em todos os níveis, assistência médica e dentária, emprego, lazer.

Aprendemos, ainda, com o Espiritismo, que a prece é um ato de adoração a Deus. Ela não muda as leis do universo, mas dá forças, coragem, ânimo e fé. Através da prece ligamo-nos com Deus, e criamos um ambiente de fraternidade e de união com os nossos entes queridos desencarnados.

Queremos deixar bem claro que o Espiritismo não admite a mediunidade profissional. Daí de graça o que de graça recebeste, é o lema orientador do Espiritismo, pois ninguém pode arbitrar um preço ao trabalho dos espíritos, e nem obrigá-los a se manifestarem.

Está aí, em linhas gerais, que precisam ser aprofundadas, as finalidades do Espiritismo. Reiteramos nossa argumentação de abertura: O Espiritismo aconselha, que, antes de crer, é preciso compreender

Amílcar Del Chiaro Filho é escritor e radialista na Rádio Boa Nova, de Guarulhos-SP.

http://br.geocities.com/luz_espirita/Artigo_Amilcar_Chiaro_Filho___.doc    

Atitudes pessoais capazes de esgotar as energias - FENG SHUI

9. Afastamento da natureza -

 

A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas.

O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia.

A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.
Posicionar os móveis de maneira correta, usar espelhos para proteger a entrada da casa, colocar sinos de vento para elevar a energia ou ter fontes d'água para acalmar o ambiente são medidas que se tornarão ineficientes se quem vive neste espaço não cuidar da própria energia.

Portanto, os efeitos positivos da aplicação do Feng Shui nos ambientes estão diretamente relacionados à contenção da perda de energia das pessoas que moram ou trabalham no local. O ambiente faz a pessoa, e vice-versa.
A perda de energia pessoal pode ser manifestada de várias formas, tais como: falha de memória (o famoso "branco"),  cansaço físico,  sono deixa se ser reparador; ocorrência de doenças degenerativas e psicossomáticas.

Para economizar energia - o crescimento pessoal, a prosperidade e a satisfação - diminuem, os talentos não se manifestam mais por falta de energia, o magnetismo pessoal desaparece, medo constante de que o outro o prejudique, aumentando a competição, o individualismo e a agressividade, falta proteção contra as energias negativas e aumenta o risco de sofrer com o "vampiro energético".


No post anterior, tem ótimos links de estudos sobre Mediunidade, quem gosta de estudar, à direita deste blog, em Categorias, no item ESTUDO DA DOUTRINA ESPIRITA tem ótimos links para o estudo da doutrina.







Imagens com Música p/ Orkut

Curso Básico sobre Mediunidade

http://www.espirito.org.br/portal/cursos/curso-basico-mediunidade-00.html

ANTE OS QUE PARTIRAM...

Nenhum sofrimento, na Terra, será talvez comparável ao daquele coração que se debruça sobre outro coração regelado e querido que o ataúde transporte para o grande silêncio.
Ver a névoa da morte estampar-se, inexorável, na fisionomia dos que mais amamos,  e cerrar-lhes os olhos no adeus indescritível, é como despedaçar a própria alma e prosseguir vivendo. Digam aqueles que já estreitaram de encontro ao peito de um filhinho transfigurado em anjo da agonia; um esposo que se despede, procurando debalde mover os lábios mudos; uma companheira cujas mãos consagradas à ternura pendem extintas; um amigo que tomba desfalecente para não mais se erguer, ou um semblante materno acostumado a abençoar, e que nada mais consegue exprimir senão a dor da extrema separação, através da última lágrima.
Falem aqueles que, um dia, se inclinaram, esmagados de solidão, à frente de um túmulo; os que se rolaram em prece nas cinzas que recobrem a derradeira recordação dos entes inesquecíveis; os que caíram, varados de saudade, carregando no seio o esquife dos próprios sonhos; os que tatearam, gemendo a lousa imóvel, e os que soluçaram de angústia no ádito dos próprios pensamentos, perguntando, em vão, pela presença dos que partiram.
Todavia, quando semelhante provação te bata à porta, reprime o desespero e dilui a corrente da mágoa na fonte viva da oração, porque os chamados mortos são apenas ausentes e as gotas de teu pranto lhes fustigam a alma como chuva de fel.

Também eles pensam e lutam, sentem e choram.

Atravessam a faixa do sepulcro como quem se desvencilha da noite, mas, na madrugada do novo dia, inquietam-se pelos que ficaram... Ouvem-lhes os gritos e as súplicas, na onda mental que rompe a barreira da grande sombra e tremem cada vez que os laços afetivos da retaguarda se rendem à inconformação ou se voltam para o suicídio.
Lamentam-se quanto aos erros praticados e trabalham, com afinco, na regeneração que lhe diz respeito.
Estimulam-te à prática do bem, partilhando-te as dores e as alegrias.Rejubilam-se com as tuas vitórias no mundo interior e consolam-te nas horas amargas para que te não percas no frio do desencanto.
Tranqüiliza, desse modo, os companheiros que demandam o Além, suportando corajosamente a despedida temporária, e honra-lhes a memória, abraçando com nobreza os deveres que te legaram.Recorda que, em futuro mais próximo que imaginas, respirarás entre eles, comungando-lhes as necessidades e os problemas, porquanto terminarás também a própria viagem no mar das provas redentoras.E, vencendo para sempre o terror da morte, não nos será lícito esquecer que Jesus, o nosso Divino Mestre e Herói do Túmulo Vazio, nasceu em noite escura, viveu entre os infortúnios da Terra e expirou na cruz, em tarde pardacenta,  sobre o monte  empedrado, mas ressuscitou aos cânticos da manhã, no fulgor de um jardim.

EMMANUEL
(Do Livro “Religião dos Espíritos”. 58, Francisco Cândido Xavier, FEB)

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8. Bagunça e projetos inacabados -

A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional.

Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo.

À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração.

Pode não resolver o problema, mas dá alívio.

Não terminar as tarefas é outro "escape" de energia.

Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe "diz" inconscientemente: "você não me terminou!

Você não me terminou!"

Isso gasta uma energia tremenda.

Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho.

O importante é tomar uma atitude.

O desenvolvimento do auto - conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

Vida em família

Os filhos não são cópias xérox dos pais, que apenas produzem o corpo, graças aos mecanismos do atavismo biológico.

As heranças e parecenças físicas são decorrências dos gametas, no entanto, o caráter, a inteligência e o sentimento procedem do Espírito que se corporifica pela reencarnação, sem maior dependência dos vínculos genéticos com os progenitores.

Atados por compromissos anteriores, retornam, ao lar, não somente aqueles seres a quem se ama, senão aque­loutros a quem se deve ou que estão com dívidas...

Cobradores empedernidos surgem na forma fisiológica, renteando com o devedor, utilizando-se do processo supe­rior das Leis de Deus para o reajuste de contas, no qual, não poucas vezes, se complicam as situações, por indis­posições dos consortes...

Adversários reaparecem como membros da família para receber amor, no entanto, na batalha das afinidades pade­cem campanhas de perseguição inconsciente, experimen­tando o pesado ônus da antipatia e da animosidade.

A família é, antes de tudo, um laboratório de experiên­cias reparadoras, na qual a felicidade e a dor se alternam, programando a paz futura.

Nem é o grupo da bênção, nem o élan da desdita. Antes é a escola de aprendizagem e redenção futura.

Irmãos que se amam, ou se detestam, pais que se digladiam no proscênio doméstico, genitores que destacam uns filhos em detrimento dos outros, ou filhos que agridem ou amparam pais, são Espíritos em processo de evolução, retornando ao palco da vida física para a encenação da peça em que fracassaram, no passado.

A vida é incessante, e a família carnal são experiências transitórias em programação que objetiva a família universal.

***

Abençoa, desse modo, com a paciência e o perdão, o filho ingrato e calceta.

Compreende com ternura o genitor atormentado que te não corresponde às aspirações.    `

Desculpa o esposo irresponsável ou a companheira leviana, perseverando ao seu lado, mesmo que o ser a quem te vinculas queira ir-se adiante.

Não o retenhas com amarras de ódio ou de ressenti­mento. Irá além, sim, no entanto, prossegue tu, fiel, no posto, e amando...

***

Não te creias responsável direto na provação que te abate ante o filho limitado, fisica ou mentalmente.

Tu e ele sois comprometidos perante os códigos Divinos pelo pretérito espiritual.

O teu corpo lhe ofereceu os elementos com que se apresenta, porém, foi ele, o ser espiritual, quem modelou a roupagem na qual comparece para o compromisso libertador.

Ante o filhinho deficiente não te inculpes. Ama-o mais e completa-lhe as limitações com os teus recursos, preen­chendo os vazios que ele experimenta.

Suas carências são abençoados mecanismos de cresci­mento eterno.

Faze por ele, hoje, o que descuidaste antes.

A vida em família é oportunidade sublime que não deve ser descuidada ou malbaratada.

***

Com muita propriedade e irretorquível sabedoria, afir­mou Jesus, ao doutor da Lei:

"Ninguém entrará no reino dos céus, se não nascer de novo."

E a Doutrina Espírita estabelece com segurança:

"Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre - tal é a lei.

Fora da caridade não há salvação."

 

Joanna de Ángelis

 

 

Atitudes pessoais capazes de esgotar as energias - FENG SHUI

 

7. Viver a vida do outro -

 

Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade.

Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega.

Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida.

O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

SIMPLICIDADE

“Na futilidade dos seus pensamentos, com entendimento entenebrecido, alienados da vida de Deus pela sua ignorância e pela dureza dos seus corações’
(Efésios, 4:17 e 18.)

A vida de muitas criaturas, além de desvitalizada, é circunstanciada por miudezas dispensáveis, desperdiçada com detalhes desnecessários. A simplicidade traria enormes benefícios para elas, as tiraria do cativeiro dos valores estabelecidos pelas convenções arbitrárias, lhes clarearia a visão e lhes traria mais leveza e tranqüilidade existencial.
Acumular informação sem pensar, se atopetar de pertences,entulhar roupas e abarrotar a casa de coisas supérfluas é característica muito difundida na sociedade moderna.
À medida que novos elementos se somam aos bens físicos e intelectuais já adquiridos, passamos a alimentar a compulsão de armazenar ainda mais coisas, levando-nos a agir em função de uma suposta vantagem imediata, sem analisar as utilidades e conseqüências futuras dessa prática.
Muitos indivíduos, equivocadamente, associam simplicidade com pobreza, mas existe uma diferença fundamental.
A simplicidade é uma opção de vida tanto do rico como do pobre, enquanto que a pobreza é, por si só, a privação de valores morais, intelectuais e espirituais de um indivíduo, e não necessariamente, a falta de recursos materiais para a sua subsistência.
Quando nos livramos de tudo que é inútil e secundário, passamos a tomar consciência do que verdadeiramente temos e do que precisamos. Abrir mão dos trastes, de informações desnecessárias e de objetos em desuso exercita o desapego e facilita-nos a libertação dos ecos do passado. A partir disso, somam-se novas concepções, e as velhas mágoas, as culpas, os ressentimentos, os conflitos se dissipam, habilitando-nos a viver plenamente o momento presente.
Os homens simples se comunicam com sabedoria e humildade, enquanto que os complicados falam com presunção e pedantismo, são enfadonhos e prolixos, por que estão repletos de idéias ultrapassadas; contam e recontam seus discursos e mesmo assim parecem não dizer nada.
A simplicidade de alma induz o indivíduo a se expressar com clareza, segurança e objetividade. Capazes de elaborar idéias de forma lógica, coerente e harmoniosa, tais pessoas resumem tudo o que querem dizer por meio de expressões sintéticas.
Quem se apartou da simplicidade vive “na futilidade dos seus pensamentos, com entendimento entenebrecido, alienados da vida de Deus pela sua ignorância”, por isso coleciona coisas neuroticamente, acreditando numa ilusória segurança, mas esquecendo que não pode encontrá-la fora de si mesmo, muito menos por trás de um amontoado de conceitos, informações, acessórios e pertences sem serventia.
Buda (Sidarta Gautama) ensinava: “Se você não conseguir em si mesmo, onde irá buscar?”
Muita coisa no mundo da erudição é tida como formação cultural, quando, na verdade, nada mais é do que entulho intelectual. Aquele que ignora seu “nível de necessidade” legítimo, determinado por sua realidade profunda, vive sobrecarregado pelo peso da repressão socío cultural, se distancia da simplicidade e perde a própria identidade.
Muitas vezes, nossas agendas internas se abarrotam e entram em colapso com nossos ritmos interiores. Sentimo-nos exauridos porque estamos fora de sintonia com a simplicidade. Abrir mão de posses desnecessárias é ir ao encontro de urna vida pacífica e harmoniosa.
Com o propósito de despertar em nós o Reino dos Céus, Jesus Cristo contou a parábola do joio e do trigo: “A boa semente são os filhos do Reino, o joio são os filhos do Maligno. O inimigo que o semeou é o Diabo”
«Os filhos do Reino” são todos aqueles que estão ligados, não “alienados dá vida e Deus”. Os “filhos do Maligno” representam os que estão “com entendimento entenebrecido, alienados da vida de Deus”; são o “joio”, quer dizer, o Diabo do grego diabolos —, que significa literalmente o que separa , o que desune
O “joio” pode ser o entrave que nos está impedindo de viver e pensar por nós mesmos em termos gerais e críticos; de dirigir nossa conduta conforme julgarmos correta; de ser independentes para definirmos o que é o bem e o mal, sem seguir fórmulas sociais; de deixar de ser escravos das crenças inadequadas que absorvemos nas múltiplas e sucessivas encarnações, de modo inconsciente ou não.
Muitas criaturas se abarrotam impensadamente das instruções obtidas nos jornais, na televisão, nas salas de aula, nos livros, como sendo verdades absolutas. Essas informações podem muito nos ajudar, desde que não as elejamos como a verdade. A verdade não está na conceituação das palavras ou textos que lemos, mas nas experiências que podemos ter com ela, e a partir dela.

As vozes inspirativas da alma são providas de síntese e simplicidade, que a Vida Providencial murmura em nossa intimidade
A simplicidade consiste em não ficar distante do que é natural e espontâneo, uma vez que aqueles que se afastam dela ficam “com entendimento entenebrecído” e ‘alienados da vida de Deus”

Livro: Um modo de Entender – Francisco do Espírito Santo Neto - Hammed

 

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6. Mentira pessoal -

 

Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta.

Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual.

Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

Tenhamos Paz

"Tende paz entre vós" - Paulo, (I Tessalonicenses, 5:13).

Se não é possível respirar num clima de paz perfeita, entre as criaturas, em face da ignorância e da belicosidade que predominam na estrada humana, é razoável procure o aprendiz a serenidade interior, diante dos conflitos que buscam envolvê-lo a cada instante.
Cada mente constitui extenso núcleo de governo espiritual, subordinado agora a justas limitações, servido por várias potências, traduzidas nos sentidos e percepções.
Quando todos os centros individuas de poder estiverem dominados em si mesmos, com ampla movimentação no rumo do legítimo bem, então a guerra será banida do Planeta.
Para isso, porém, é necessário que os irmãos em humanidade, mais velhos na experiência e no conhecimento, aprendam a ter paz consigo.
Educar a visão, a audição, o gosto e os ímpetos representa base primordial do pacifismo edificante.
Geralmente, ouvimos, vemos e sentimos, conforme nossas inclinações e não segundo a realidade essencial.
Registramos certas informações, longe da boa intenção em que forma inicialmente vazadas, e, sim, de acordo com as nossas pertubações internas. Anotamos situações e paisagens com a luz ou com a treva que nos absorvem a inteligência.
Sentimos com a reflexão ou com o caos que instalamos no próprio entendimento.
Eis por que, quanto nos seja possível, façamos seneridade em torno de nossos passos, ante os conflitos da esfera em que nos achamos.
Sem calma, é impossível observar e trabalhar para o bem.
Sem paz, dentro de nós, jamais alcançaremos os círculos da paz verdadeira.

Retirado do Livro Pão Nosso - Francisco Cândido Xavier/Emmanuel

 

 

 

 

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5. Falta de perdão -

 

Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas.

Libertar o que aconteceu e olhar para frente.

Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado.

Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica "energeticamente obeso", carregando fardos passados.

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